Há tanta solidão no mundo.
Me disseram que você
Estava chorando
E foi então que eu percebi
Como lhe quero tanto
Quase Sem Querer.
Amar é morrer.”
dizia o poeta,
porque amar
é se doar
por completo,
sem resquícios
ou sobras.
amar é transbordar.
é dar-se por inteiro
e nada querer em troca.
morte é amor, amor é morte.
são linhas caóticas
que se cruzam
inteiramente.
e se o amor
nunca morre,
então quem morre
por amor
será eterno
no coração
de quem vive.
A.H., o amor entoa a morte.
Será que o céu,
realmente é o limite?
Alex Nunes.

sou o eco

do teu silêncio;
cale-te, ouça-me.

pó(eta)

O silencio não é tão ruim, até eu olhar para as minhas mãos e me sentir triste, porque os espaços entre os meus dedos são bem onde os seus se encaixam perfeitamente.
Owl City. 
diário de uma epilética:
eu mudo de política, de religião, de sexo, de cor, de amor. eu mudo de calcinha, de sutiã, de sapato. eu mudo de alma, mas a loucura é mesmo minha e é só uma. a loucura é mesmo minha e que se foda se você não acredita que eu sou louca sem deixar de ser normal. porque é chato ser normal, mas é legal. se eu pudesse ser qualquer coisa, eu seria normal e eu sou. eu soul. eu blues, eu rock, eu jazz. e sabe do que mais? ser normal é o que há. o que está e onde estou. ou não, sei lá. eu só sei que sou normal. eu mudo de país. eu mudo o conceito de feliz. mas a minha loucura não. eu sou normal. e pra todo ser normal não há loucura que se mude. ou quase isso.
moscou, 1821